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terça-feira, 6 de outubro de 2009

A QUANTAS ANDA A RECICLAGEM BRASILEIRA

Nos itens abaixo, o país figura bem no cenário mundial:

EMBALAGENS DE ALUMÍNIO
O Brasil é o campeão, com 94% de reciclagem, à frente de Japão e Argentina (ambos com 90%)

GARRAFAS PET
O país recicla 51%. Os japoneses, que estão em primeiro lugar, exibem um índice de 62%

EMBALAGENS DE VIDRO
Os brasileiros superam os americanos, por 46% a 40%

***

ANOTE (NO BLOCO DE PAPEL RECICLADO, É CLARO)
Algumas atitudes que você pode tomar para reduzir ainda mais seu lixo e não prejudicar o ambiente:

AO SUBSTITUIR UM CELULAR: entregue o antigo na mesma loja em que o novo foi comprado. O equipamento será encaminhado ao fabricante, que poderá reaproveitar algumas das peças e dará um destino apropriado às não reutilizáveis.

USE CARTUCHOS DE IMPRESSORA RECICLADOS: A fabricação de um único cartucho requer o uso de 5 litros de petróleo e ele demora cerca de cinquenta anos para se degradar naturalmente

NA HORA DE COMPRAR: dê preferência a embalagens maiores ou retornáveis e produtos com refil. No supermercado, em vez de alimentos pré-embalados em bandejinhas de isopor (que não é reciclável), prefira comprar a granel.

OPTE POR LÂMPADAS DE BAIXO CONSUMO: Além de gastarem menos energia, elas duram mais. Mas cuidado ao descartá-las: não podem ir para o lixo comum porque, quando se quebram, emitem vapor de mercúrio. A recomendação é que sejam devolvidas aos estabelecimentos que as vendem

AO COMPRAR CALÇADOS OU ROUPAS: dispense as caixas e folhas de papel que costumam embalá-los.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

PRIMEIRO CENTRO DE MANEJO DE FAUNA DA CAATINGA

A Universidade do Vale do São Francisco (Univasf), com recursos do Ministério da Integração Nacional, está implantando o primeiro Centro de Manejo de Fauna da Caatinga do país, o Cemafauna. Localizado em Petrolina (PE), o centro que está em fase final de construção, desenvolverá pesquisas sobre a caatinga, um bioma extremamente rico e pouco estudado pela comunidade científica.

O objetivo desta iniciativa é resgatar, identificar, tratar, recuperar e destinar os animais silvestres apreendidos na área dos lotes de supressão de vegetação e reservatórios do Projeto São Francisco.

Os animais resgatados pelo Cemafauna passarão a fazer parte do Sistema de Fauna (Sisfauna/Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis-Ibama), uma ação inédita de gerenciamento. “O Cemafauna é o primeiro centro de referência da caatinga no Brasil. Aqui, além de atender às demandas do Projeto São Francisco e às condicionantes do Ibama, teremos condições de desenvolver diversas pesquisas com animais resgatados nas áreas de influência direta e indireta do empreendimento”, afirmou o professor Luiz Cezar Machado Pereira, pesquisador da Univasf e coordenador do Programa de Fauna.

Aliados ao Cemafauna estão os Centros de Triagem Móveis, estruturados em contêineres onde técnicos da área de Medicina Veterinária trabalharão na assistência necessária aos animais resgatados nas frentes de obras dos Eixos Norte e Leste. É nos Centros Móveis que os animais silvestres eventualmente feridos poderão receber os primeiros socorros e ficarem em observação. Já os animais em situação de maior gravidade serão encaminhados para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Veterinário da universidade, também em construção.

Outra atribuição do Cemafauna é a identificação, tratamento de zoonoses, recuperação e reintegração dos animais silvestres à mata nativa. Além disso, desenvolverá atividades de educação ambiental e proteção da fauna para as comunidades inseridas no Projeto de Integração do Rio São Francisco com Bacias Hidrográficas do Nordeste Setentrional.


Fonte: Ministério da Integração

domingo, 4 de outubro de 2009

TIC TAC TIC TAC...


Tic Tac Tic Tac..... As mudanças climáticas estão colocando em perigo a vida na terra. Ainda é tempo de construir um mundo mais justo e sustentável. Mas o tempo está passando. Em dezembro, os líderes mundiais irão reunir-se em Copenhague para decidir sobre o nosso futuro. Mobilizando um número suficiente de pessoas em todo o mundo, iremos encorajar os nossos dirigentes a tomar as ações necessárias. Adicione o seu nome à nossa lista para apoiar a chamada para um acordo global para salvar o nosso planeta de uma mudança climática catastrófica.


Participe assinando.
CONTATOS: Luana Alves - luanaselene@hotmail.com
Alan Cavalcanti - bssak@ hotmail.com

sábado, 3 de outubro de 2009

VELHO CHICO... "508 ANOS".


Um pouquinho de sua história:


Cerca de um ano após a descoberta de Pedro Alvarez Cabral, o navegador Américo Vespúcio chegou à foz de um enorme rio que desaguava no mar. A data era 04 de outubro de 1501, dia de São Francisco, santo em cuja homenagem os navegadores europeus batizaram o rio. Para as diversas nações indígenas que habitavam aquela região, aquelas águas tinham um nome antigo: Opará, que significa algo como “rio-mar”.

Desde então, o São Francisco passou a ser visitado regularmente pelas naus européias e, mais tarde, seria o principal pavimento para a colonização dos sertões goianos, o chamado Brasil-Central. No primeiro momento, porém, o terreno desconhecido e a resistência dos índios dificultaram o domínio da região.

Duas décadas depois de seu descobrimento, em 1522, o primeiro donatário da capitania de Pernambuco, o português Duarte Coelho, funda a cidade de Penedo, em Alagoas. Com a autorização da coroa portuguesa, em 1543 começa a criação de gado na região, atividade econômica que marca a história do vale do São Francisco que chegou a ser chamado de “ Rio-dos-Currais”. Estes foram os primeiros passos para o início da colonização.

Mesmo assim, a exploração estava limitada ao litoral, principalmente por causa das tribos indígenas que defendiam seus territórios no interior. Os Pankararu, Atikum, Kimbiwa, Truka, Kiriri, Tuxa e Pankarare, são alguns dos remanescentes atuais das populações que originalmente ocupavam o local.

Apesar disso, lendas sobre pedras preciosas e riquezas inacreditáveis atraíam diversos aventureiros para a região. Guiados pela cobiça, estes colonizadores foram dizimando os índios, que fugiam dali para o planalto central. Assim, ergueram-se os primeiros e pequenos arraiais, iniciando o domínio da região, onde o ouro e as pedras preciosas.

Em 1553, o rei D. João III, ordenou ao Governador Geral Tomé de Souza a exploração das margens interiores do rio. A organização da empreitada ficou a cargo de Bruza Espinosa, que teve em seu lado o Padre Aspilcueta Navarro para formar a primeira companhia de penetração. O roteiro dessa viagem e uma carta do Padre Navarro são os primeiros documentos descritivos sobre o São Francisco.

A partir daí, as águas do rio foram navegadas por dúzias de expedicionários que, aos poucos, consolidaram o domínio sobre a exploração do São Francisco. A ocupação, entretanto, ocorreu principalmente através das sesmarias, tendo sido o São Francisco ocupado parte pela Casa da Torre de Garcia DÁvila e parte pela Casa da Ponte, de Antônio Guedes de Brito. O primeiro, Garcia DÁvila, apossa-se das terras em 1573, sendo mais de 70 léguas entre o Rio São Francisco e o Parnaíba no Piauí.

sábado, 26 de setembro de 2009

BAIXO SÃO FRANCISCO GANHA REFORÇOS


Os 208 km da região do Baixo São Francisco, que compreende dez municípios alagoanos, terão maior fiscalização ambiental. O reforço nas atividades é resultante de convênio firmado entre os governos estadual e federal, que garantiu a concessão de três veículos para o monitoramento da região e a destinação de R$ 70 mil para financiar as ações ao longo do rio.

Nesta quinta-feira (24), o governador Teotonio Vilela Filho recebeu das mãos do representante da presidência do Ibama Victor Kaniak, as chaves dos veículos que vão circular de Piaçabuçu a Delmiro Gouveia, monitorando e atendendo as denúncias feitas por meio do telefone 0800 82 1523.

Teotonio Vilela salientou que seu governo é feito de parcerias e avaliou este convênio com o Ibama como de extrema importância por assegurar a preservação ambiental no Baixo São Francisco. “A parceria solidifica nossa ideia de desenvolvimento sustentável. Acredito que é possível alcançarmos o desenvolvimento econômico, respeitando o meio ambiente”, ressaltou o governador.

Segundo Kaniak, o Ibama pretende reforçar os trabalhos em conjunto entre estados e municípios para atuar de forma mais homogênea no combate ao desmatamento das matas ciliares e da poluição do Rio São Francisco. “Nossa intenção é revitalizar o rio e com este convênio, esse objetivo será alcançado mais rapidamente, intensificando as ações de fiscalização do governo federal”, destacou.

A diretora-presidente do Ibama em Alagoas, Sandra Menezes, explicou que as ações de fiscalização vão se basear no combate às queimadas nas matas ciliares, a piscicultura no lado sergipano do rio, o assoreamento e contra a poluição. Sandra Menezes ainda ressaltou que o monitoramento também compreende um trabalho de educação ambiental e de orientação aos infratores.

As viaturas entregues nesta quinta-feira serão distribuídas entre o Instituto do Meio Ambiente (IMA), Ibama e Batalhão de Policiamento Ambiental (BPA). De acordo com o presidente do IMA, Adriano Augusto de Araújo Jorge, duas viaturas ficarão com a fiscalização do órgão e atenderão mais rapidamente as denúncias feitas do 0800 82 1523.

Adriano Augusto ainda lembrou que outros equipamentos serão adquiridos para auxiliar na cobertura do Baixo São Francisco. “Por meio da base instalada na APA da Marituba, as ações terão um reforço ainda maior. Laptops, GPS e demais equipamentos vão mapear e varrer melhor a área”, frisou o diretor-presidente do IMA.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

DESMATAMENTO DA AMAZÔNIA CAI EM 46% EM UM ANO

Por: Paulenir Constâncio

O desmatamento na Amazônia registrou queda de 46% entre agosto de 2008 a julho de 2009 em relação ao mesmo período anterior. Os dados são do Sistema Deter - Detecção de Desmatamento em Tempo Real -, do Inpe, divulgados nesta terça-feira (1º/9). É o menor índice acumulado desde que o levantamento começou a ser feito em maio de 2004 e registra o corte raso e a degradação da floresta em áreas de 25 ha.
No mesmo período, o Ibama apreendeu cerca de 125 mil metros cúbicos de madeira, o que representa cerca de 1.000 caminhões carregados por mês, em operações em parceria com a Polícia Federal, Força Nacional, Exército e polícias ambientais estaduais. Segundo o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, a repressão ainda é responsável por cerca de 90% da queda nas taxas de desmatamento.
O ministro espera que em 2009, ações propositivas como o Macrozoneamento Ecológico-Econômico da Amazônia - previsto para ficar pronto em janeiro de 2010 -, a Operação Arco Verde Terra Legal - que já atendeu 146 mil pessoas em 26 dos 43 municípios que mais desmatam -, a entrada do Fundo Amazônia - financiando ações de preservação em outubro -, e a regularização fundiária passem a ter mais peso nas reduções de desmatamento.
Para ele, levar sustentabilidade às populações é melhor e mais eficaz que reprimir. Minc defende a necessidade de mostrar à população da Amazônia que ela pode tirar o sustento da floresta sem desmatar, mas reafirmou que o governo não abrirá mão do combate com rigor aos crimes ambientais.
Em um ano, o Ibama apreendeu 62 barcos, 237 caminhões e 44 tratores e a Polícia Federal abriu 650 inquéritos e efetuou 298 prisões. Para Minc, os números são a prova de que, além da repressão aos crimes, as autoridades estão demonstrando disposição em combater a impunidade.
O mês de julho, que historicamente sempre apresenta números de desmatamento elevados, registrou um aumento de 160% na área desmatada, se comparada ao mesmo mês do ano anterior. De cerca de 323 Km² em 2008, a área desmatada saltou para 836 Km² em 2009. A cobertura de nuvens, que impede a detecção dos satélites, ficou em apenas 23% em julho, enquanto que no trimestre anterior chegou a registrar até 88% de cobertura.
Segundo a Coordenação de Monitoramento do Desmatamento do Ibama, o resultado de julho é consequência da captação de áreas desmatadas em abril, maio e junho acumulados. A área nublada no mês de junho de 2007 foi bem próxima à deste ano, mas nos meses anteriores, o Deter captou desmatamentos em áreas de 1.123 , 1.096 e 870 Km², respectivamente, contra apenas 18, 37 e 123 Km² este ano, com céu encoberto.
Para Carlos Minc, os números de julho não surpreendem, já que na prática captaram áreas cobertas pelas nuvens, que foram desmatadas nos meses anteriores. Os dados do Deter, segundo explica, são reforçados pela pesquisa do Imazon, ONG que atua na Amazônia e utiliza em sua pesquisa dados dos mesmos satélites, que registrou uma queda de 65% no índice.
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terça-feira, 18 de agosto de 2009

O planeta como cobaia


Por mais que a humanidade evolua, parece que a lei do menor esforço continua a prevalecer. Pouca gente está disposta a por a mão na massa e assumir a responsabilidade de percorrer o caminho mais sensato.Em dezembro, os países da ONU vão se reunir em Copenhague para determinar qual a parcela de obrigação de cada um em termos de redução de emissões de carbono.
Até lá, o que estamos vendo são líderes ponderando sobre as desvantagens financeiras de emitirem menos CO2 e cobrando por metas para outras nações.Nesse empurra-empurra, os cientistas têm pensado em novas soluções que diminuam a temperatura da Terra sem que os países precisem sacrificar seus modelos econômicos.
Até agora, estão entre as alternativas, técnicas como:
- injeção de dióxido de enxofre na atmosfera;
- dispersão de espelhos pelo espaço;
- cobertura de desertos com espelhos que reflitam os raios solares;
- fertilização dos oceanos para absorção de CO2;
- pulverização de água dos oceanos no ar por meio de navios;
- criação de tubos que façam a circulação de calor entre o ar e o fundo do mar ou- a mais conhecida, captura de carbono e armazenamento a grandes profundidades.
A questão é: a que preço? A comunidade científica não tem ideia dos efeitos colaterais que ações como essas poderiam acarretar ao planeta e só seria possível saber depois de colocá-las em prática. Em nome da conservação de um estilo de vida consumista e competitivo, quem é que vai querer pagar pra ver?

terça-feira, 4 de agosto de 2009

SACO É UM SACO!

A secretária estadual do Ambiente, Marilene Ramos, e o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, lançaram nesta segunda-feira (3) uma campanha nacional contra o uso de sacos plásticos, no conjunto de favelas da Maré, no subúrbio do Rio.

O evento contou com apresentações do coral da Comlurb e do Grupo Afroreggae. O objetivo da campanha “Saco é um saco” é estimular os consumidores a usarem menos os sacos plásticos e não descartá-los no meio ambiente, substituindo-os por sacolas reutilizáveis.

Só no Brasil, são consumidas 12 bilhões de sacolas plásticas ao ano e, cada brasileiro, usa em torno de 66 unidades por mês, segundo a Associação Brasileira de Supermercados (Abras). Durante o lançamento da campanha, os moradores trocaram sacolas plásticas, sobretudo as de supermercado, por bolsas feitas de pano e de material reutilizável.

Mais informações: http://g1.globo.com/Noticias/Rio/0,,MUL1253172-5606,00-MINC+LANCA+CAMPANHA+DE+SUBSTITUICAO+DAS+SACOLAS+PLASTICAS+NA+MARE.html