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sexta-feira, 13 de novembro de 2009

APOIO PARA PROJETOS DE CONSERVAÇÃO MARINHA


A costa brasileira tem uma extensão de, aproximadamente, 7500 km – sendo considerada uma das maiores do mundo – e, embora mais da metade da população do país esteja concentrada no litoral, a região recebe pouca atenção no que diz respeito à sua conservação ambiental.

A fim de estimular a preservação dos ecossistemas marinhos e costeiros – margeados, em grande parte, pela Mata Atlântica –, a Fundação SOS Mata Atlântica, por meio do Programa Costa Atlântica, lançou o Edital Costa Atlântica, que disponibilizará até R$ 300 mil para iniciativas brasileiras que visem a criação e consolidação das Unidades de Conservação Marinhas do país.

Além disso, como novidade, em sua terceira edição, o Edital, ainda, incentivará financeiramente projetos de preservação e uso sustentável de manguezais e restingas, que, atualmente, são os ambientes costeiros, associados à Mata Atlântica, que mais têm sofrido com a ação humana.

Os interessados em participar podem apresentar suas propostas, sob a liderança de uma ONG, até o dia 20 de novembro para a Fundação. Cada projeto selecionado receberá um incentivo máximo de R$ 40 mil, destinado à preservação da biodiversidade e ao uso sustentável dos ambientes marinhos e costeiros.


III Edital Costa Atlântica
Inscrições até o dia 20 de novembro
Mais informações no site da Fundação SOS Mata Atlântica

sábado, 31 de outubro de 2009

LEI SECA E O MEIO AMBIENTE

No Brasil entrou em vigor no último dia 20 de junho a lei nº 11.705 (famigerada “Lei Seca”), que altera o Código de Trânsito Brasileiro e descreve em sua redação que é proibido ao motorista dirigir com qualquer taxa de álcool no sangue.

Sem dúvidas o legislador fez o seu papel visto que está mais do que provado quanto o álcool prejudica o nível de atenção e velocidade de reflexo do motorista. Mas qual a relação desta lei com o Meio Ambiente? Pode não parecer, mas é grande.


Antes da lei, diversos amigos iriam a uma festa no final de semana, para se divertir, comer e, é claro, ingerir bebida alcoólica, cada um em seu carro, quando muito em duas pessoas no mesmo veículo. Com a implantação da Lei Seca as pessoas passaram a se organizar para dividirem um único carro em quatro ou cinco amigos, assim apenas um deles, o “motorista da vez”, não ingere bebida alcoólica e poderá voltar dirigindo sem nenhum problema. Nem é preciso dizer que essa seria a atitude correta a qualquer tempo, com ou sem a lei, com ou sem fiscalização, mas infelizmente parece que as atitudes só mudam quando se atinge o bolso (e a carteira de habilitação).

Mas voltando a questão ambiental, já deu para perceber que muitos carros deixaram de trafegar graças a essa lei, que portanto não apenas houve reduziu os índices de mortalidade no trânsito mas também as emissões de gases nocivos gerados pelos automóveis.

Assim, só podemos parabenizar iniciativas como esta que, de forma indireta, proposital ou não, traz benefícios consideráveis a saúde, segurança e ao meio ambiente.
Fonte: Eco planet

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

PRESIDENTE VISITA OBRAS DO SÃO FRANCISCO

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez uma vistoria nas obras de revitalização e integração do rio São Francisco. Durante a viagem de três dias, o presidente percorreu os estados de Minas Gerais, Bahia, Pernambuco e Paraíba, acompanhado de governadores e ministros.

Em seu programa de rádio “Café com o Presidente”, Lula afirmou que o projeto do São Francisco é vital para o País porque, além de recuperar as margens do rio, levará saneamento básico e água a milhões de pessoas afetadas pela seca. “Esse canal, na verdade, vai levar água para mais de 12 milhões de pessoas entre os estados de Pernambuco, da Paraíba, do Rio Grande do Norte, do Ceará. São as pessoas que vivem o drama da seca mais forte do que qualquer outro cidadão brasileiro. Ou seja, é uma coisa secular”, disse, acrescentando que a água vai perenizar rios da região, além de manter o nível dos açudes em um patamar que viabilize a pequena agricultura e a irrigação nestes estados.

A revitalização do São Francisco vai custar mais de R$ 6 bilhões de recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). A meta é concluir parte dela já no ano que vem e outra em 2012. O presidente lembrou que Brasil tenta fazer a obra desde 1846, mas que o projeto nunca foi realizado por questões políticas e por divergências entre estados doadores e receptores. “O dado concreto é que alguém tinha que fazer – e nós estamos fazendo. É uma obra muito importante e vai tornar as regiões brasileiras menos desiguais”, enfatizou.

PARA SALVAR, VALE CAÇAR?


A caça e a venda de animais silvestres podem ajudar a preservar florestas e a vida selvagem. Claro, se forem feitas sob controle rígido e baseadas em estudos científicos. As propostas defendidas pelo diretor da Traffic América do Sul, Bernardo Ortiz-von Halle, podem até contrariar defensores do bem-estar dos animais, mas quando se trata de defender a biodiversidade, para ele, o pragmatismo é muito mais eficiente do que boas intenções. “Nós defendemos que o comércio justo pode ser uma estratégia de preservação e redução da pobreza”, afirma o colombiano.

A rede Traffic existe há mais de trinta anos e monitora o comércio internacional de espécies silvestres. Na América do Sul, acompanha atividades como o tráfico de mogno das florestas tropicais e o comércio de barbatanas de tubarões mortos no mar do Peru. O diretor do escritório da rede na América do Sul esteve em Manaus, no mês de setembro, durante um encontro da polícia internacional, Interpol, sobre crimes contra a vida selvagem.

Após apresentar as atividades da rede no mundo e no continente a policiais de dezenas de países, o colombiano falou sobre suas idéias para reduzir a caça ilegal e o tráfico de animais e plantas. E um dos alvos de suas propostas são justamente organizações que militam em favor dos direitos animais, que segundo Bernardo Ortiz, muitas vezes atrapalham a preservação.
Reportagem completa:
http://www.oeco.com.br/reportagens/37-reportagens/22685-para-salvar-vale-cacar

domingo, 25 de outubro de 2009

40% DE CONTAMINAÇÃO PELA ÁGUA OCORRE EM CASA

Mais de 10 mil pessoas ficaram doentes entre 1999 e 2008 por conta do consumo de água contaminada no Brasil, revela pesquisa do Ministério da Saúde, segundo a Agência Nacional de vigilância Sanitária (Anvisa). O levantamento mostra ainda que em mais de 40% dos casos, a contração de doenças pelo consumo de água contaminada ocorreu dentro das casas.

Os índices revelam a necessidade de utilizar água tratada e ingredientes seguros no preparo de alimentos. A Anvisa recomenda que os consumidores brasileiros verifiquem se o supermercado onde realizam suas compras tem condições adequadas de conservação dos alimentos.

O consumidor também deve checar se o refrigerador ou o congelador do estabelecimento tem um termômetro para controle da temperatura. Os alimentos congelados e refrigerados devem estar armazenados sob temperatura recomendada pelo fabricante. Ainda de acordo com a Anvisa, o tempo entre a compra dos alimentos perecíveis e seu armazenamento em casa não deve ultrapassar duas horas.

Por Agência Estado

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

SACOLAS PLÁSTICAS‏

Oi pessoal.Ontem foi o Dia Nacional do Consumo Consciente - Um dia sem sacolas plásticas foi ontem. No blog do MMA (http://blog.mma.gov.br/sacolasplasticas/) vocês encontram informações a respeito do problema do destino das inúmeras sacolas que são jogadas todos os dias. O Insituto Akatu é um importante aliado nessa luta, como de tantas outras. O Concurso Saco de Ideias é uma iniciativa do Instituto Akatu pelo Consumo Consciente que pretende sensibilizar e conscientizar a população brasileira para o consumo consciente de embalagens e sacolas plásticas. Quem quiser dar uma conferida no site ou participar é só acessar o site (http://www.akatu.org.br/) e façam sua parte!

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

NÚMEROS DO SANEAMENTO

A concentração de pessoas em pequenas áreas - 85% dos brasileiros estão na cidade e, destes, 31% nas metrópoles - como acontece no país, causa problemas muito conhecidos, como o trânsito caótico e aumento da violência. Mas uma das vantagens dessa distribuição seria o tratamento de esgoto adequado, por proporcionar economia de escala, de escopo e de rede.

Essa é a opinião do professor Marcelo Neri, chefe do Centro de Políticas Sociais da FGV – Fundação Getúlio Vargas e coordenador do estudo que analisou a oferta e a qualidade desse serviço em nível nacional, Trata Brasil: Impactos Sociais na falta de Saneamento nas maiores cidades brasileiras. “Devia ser relativamente barato ofertar esgoto nessas condições, mas estamos vivendo no século 21, como se estivéssemos no século 19”.

Na realidade, a prestação do serviço não é satisfatória. Dados da pesquisa, que analisou o saneamento nas 79 maiores cidades do país de 2003 a 2007, mostram que a taxa de cobertura de rede geral de esgoto do país é de 49,44%. Nas escolas, a situação é ainda pior: o índice é de 39,27%, de acordo com dados de 2007 do Censo Escolar, variando entre os 9,24% de Porto Velho, em Rondônia, aos 100% de Franca e de Santos, em São Paulo.

A pesquisa indica também que o principal motivo de falta escolar, cerca de 70%, em todas as faixas etárias, são as doenças. Muitas delas têm sua origem na falta de saneamento. Outro dado que afeta diretamente as crianças aponta que a chance de uma criança entre zero e seis anos morrer é 22% (número estatisticamente alto) maior nas residências onde não há cobertura de esgoto. Os meninos correm ainda mais riscos por ficarem mais expostos do que as meninas, culturalmente mais induzidas a ficar dentro de casa.

Por isso, o estudo defende que, assim como há políticas de provisão de merenda escolar, é preciso que haja uma espécie de “bolsa saneamento”, que funcionaria como uma estratégia para aliviar os impactos na saúde.

A performance econômica e a renda familiar também são afetados por esse problema. Quem não tem acesso a esse item tem chance 12% maior de se ausentar no trabalho.

“Para cada um real investido em saneamento, economizamos quatro reais no gasto com saúde pública”, diz Neri. Outro dado apresentado informa que a diferença de estatura entre quem tem acesso ao saneamento básico nos primeiros anos de vida e quem não tem é de dois centímetros, um reflexo da desnutrição infantil proveniente de enfermidades causadas pela falta de tratamento de esgoto

SITE DE BUSCA ECOLÓGICO

A empresa desenvolvedora de serviços online Google, dona do famoso site de busca da internet, lançou uma outra ferramenta, o eco4planet. Além da mesma tecnologia e qualidade de busca do site convencional, o eco4planet possui um cunho sustentável: a cada 50 mil consultas, uma árvore é plantada. O número de mudas plantadas fica disponível na página inicial o site.

A estrutura do site de busca eco4planet também foi desenvolvida com uma preocupação ambiental. Seu fundo de tela preto economiza cerca de 20% da energia do monitor, além de descansar os olhos. Se os milhões de internautas que acessam o Google todos os dias, acessarem o eco4planet milhões de árvores serão plantadas, por isso a divulgação do novo navegador é muito importante para a conservação do meio ambiente.
Acesse e utilize:
http://www.eco4planet.com/pt/